Aspectos fenológicos de las progenies de maracuyá silvestre BRS Maracujá Maçã, BRS Pérola do Cerrado y BRS Sertão Forte
DOI:
https://doi.org/10.24215/16699513e090Palabras clave:
floración, producción, fuera de estaciónResumen
En este trabajo, el objetivo fue evaluar el comportamiento fenológico de tres progenies de maracuyá silvestre de septiembre de 2015 a agosto de 2016, en las condiciones del Cerrado do Planalto Central, en Planaltina - DF. Se analizaron los períodos de floración y fructificación en condiciones naturales de las progenies BRS Maracujá Maçã (BRS MM), BRS Pérola do Cerrado (BRS PC) y BRS Sertão Forte (BRS SF) para verificar el inicio, duración y terminación de las diferentes fenofases. . Las observaciones se realizaron semanalmente en campo, realizándose registros fotográficos digitales de flores y frutos de plantas de cada descendencia marcadas aleatoriamente en cada zona, con el fin de identificar los estados reproductivos y cambios morfológicos durante la fenología reproductiva de la especie. El mayor número de botones florales y flores por metro de espaldera obtenido por las progenies BRS PC, BRS MM y BRS SF fueron 284 (febrero), 180 (marzo) y 188 (abril), respectivamente. El mayor número de frutos contados para las progenies BRS PC, BRS MM y BRS SF fueron 75 (marzo), 91 (abril) y 77 (agosto), respectivamente. El período de floración y fructificación en las condiciones del Cerrado do Planalto Central para estas tres progenies en estudio es del tipo continuo, en el que hay producción de flores y frutos durante todo el año.
Descargas
Referencias
Campos, A.V.S. (2010) Características físico-químicas e composição mineral da polpa de Passiflora setacea. Dissertação de Mestrado em Agronomia. Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária. Universidade Nacional de Brasília, Brasil. 76 pp.
Campos, A.V.S.; A.M. Costa, D.D. Tupinambá; K.O. Cohen; N.S. Paes, F.G. Faleiro; N.T.V. Junqueira & A. Paludo. (2007) Avaliação das características físicas, físico-químicas e químicas de P. setacea para fins funcionais. In: Simpósio Latino Americano de ciências de alimentos, 7, Campinas: Ciência e tecnologia de alimentos em benefício da sociedade: ligando a agricultura à saúde. Campinas: UNICAMP.
Castro, M.; L.C. Bernacci; L.M.M. Meletti & J.A. Azevedo Filho. (2012). Análise da fenologia de passifloraceae em Monte Alegre do Sul – SP (Brasil). 6° Congresso Interinstitucional de Iniciação Científica – CIIC. 13-15 de agosto. Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente.
Faleiro, F.G.; N.T.V. Junqueira & M.F. Braga. (2005) Germoplasma e Melhoramento Genético do Maracujazeiro–Desafios da Pesquisa. In: Maracujá: germoplasma e melhoramento genético. Faleiro F.G.; N.T.V. Junqueira; M.F. Braga (Eds). Ed. Planaltina: Embrapa Cerrados, Brasil. pp. 187-209.
Faleiro, F.G.; N.T.V. Junqueira; E.J. Oliveira & O.N. Jesus. (2016) Biotecnologia e melhoramento genético. In: Maracujá: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Faleiro, F.G.; N.T.V. Junqueira. Planaltina-DF: Embrapa Cerrados, Brasil. pp. 55-6.
Feitoza, E.A.; S.P. Monteiro; I.B. Lemos; L.H.P. Kiill; N.F. Melo & F.P. Araújo. (2006) Fenologia de passiflora cincinnata Mast. (Passifloraceae) na região do Vale do São Francisco, Petrolina-PE. In: Reunião Nordestina de Botânica, 29, Mossoró. Diversidade, conservação e uso sustentável da flora nordestina: Anais... Mossoró: UERN. Embrapa Semiárido.
Forsthofer, E.L.; P.R.F. Silva; G. Argenta; M.L. Strieder; E. Suhre & L. Rambo. (2004) Desenvolvimento fenólogico e agronômico de três híbridos de milho em três épocas de semeadura. Ciência Rural 34(5): 1341-1348.
Gaspari-Pezzopane, C.; J.L. Favarin; M.P. Maulf; J.R.M. Pezzopane & O. Guerreiro Filho. (2009) Atributos fenológicos e agronômicos em cultivares de cafeeiro arábica. Ciência Rural 39(3): 711-717.
Jesus, O.N.; C.A.D. Martins; C.F. Machado; E.J. Oliveira; T.L. Soares; F.G. Faleiro; K.G. Fonseca; E.A. Girardi; T.G. Junghans; N.T.V. Junqueira; A.M. Costa; L.C. Bernacci & L.M.M. Meletti. (2015) Aplicação de descritores morfoagronômicos utilizados em ensaios de DHE de cultivares de maracujazeiro-doce, ornamental, medicinal, incluindo espécies silvestres e híbridos interespecíficos (Passiflora spp.) Manual prático. Ed. I, Brasília: Embrapa Brasília. 45 pp.
Lessa, A.O. (2011) Determinação do teor de compostos fitoquímicos e estudo do potencial para processamento da polpa de frutos de maracujá das espécies silvestres (Passiflorasetacea DC, Passiflora cincinnata MAST). Dissertação – Mestrado em Engenharia de Alimentos – Engenharia de Processos de Alimentos. Itapetinga: UESB. 83 pp.
Rego, G.M.; O.J. Lavoranti & A. Assumpção Neto. (2006) Monitoramento dos estádios fenológicos reprodutivos da cerejeira do mato. Comunicado Técnico n.177. Colombo: Embrapa Florestas. 4 pp.
Viana, A.P.; T.N.S. Pereira; M.G. Pereira; M.M. Souza; J.F.M. Maldonado & A.T. Amaral Júnior. (2003) Diversidade genética entre genótipos comerciais de maracujazeiro amarelo (Passiflora edulis f. flavicarpa) e entre espécies de passifloras nativas determinada por marcadores RAPD. Revista Brasileira de Fruticultura 25(3): 489-493.
Silva, T.V.; E.D. Resende; A.P. Viana; R.C.C. Rosa; S.M.F. Pereira; L.A. Carlos & L. Vitorazi. (2005) Influência dos estádios de maturação na qualidade do suco do maracujá-amarelo. Revista Brasileira de Fruticultura 27(3): 472-475.
Silva, F.J.T.; M.R.M. Schwade & A.C. Webber. (2007) Fenologia, biologia floral e polinização de Erythroxylum cf macrophyllum (Erythroxylaceae), na Amazônia Central. Revista Brasileira de Biociências 5(1): 186-188.
Wondracek, D.C.; A. Sevilha; R.F. Vieira; F.G. Faleiro & T.S. Agostini-Costa. (2007) Identificação De Carotenóides em Maracujá-Do-Cerrado (Passiflora setacea). In: Simpósio Latino Americano de ciências de alimentos, 7, Campinas: Ciência e tecnologia de alimentos em benefício da sociedade: ligando a agricultura à saúde. Campinas: UNICAMP.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2022 Clotilde Neves da Silva, Fábio Gelape Faleiro, Jamile da Silva Oliveira, Nilton Tadeu Vilela Junqueira

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
La revista publica los artículos bajo esta licencia desde 2019 (Vol. 118 número 2).
Acorde a estos términos, el material se puede compartir (copiar y redistribuir en cualquier medio o formato) y adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material otra obra), siempre que a) se cite la autoría y la fuente original de su publicación (revista y URL de la obra), b) no se use para fines comerciales y c) se mantengan los mismos términos de la licencia.
Previo a esta fecha, los artículos se publicaron bajo una licencia Creative Commons Atribución (CC BY)



























