Uso da terra e sustentabilidade na colônia agrícola do Matapi, Amazônia, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.24215/16699513e148Palavras-chave:
amazônia, uso da terra, sustentabilidade, agricultura familiar, produção agrícolaResumo
Neste artigo são analisados os sistemas de uso da terra e a sustentabilidade destes na colônia agrícola do Matapi. Para a coleta dos dados e informações foram utilizados os mecanismos de observação, entrevistas e aplicação de formulários. Na avaliação da sustentabilidade dos sistemas utilizou-se de indicadores contemplando um conjunto de análises nas questões sociais, econômicas, ambientais, políticas e culturais. A avaliação multidimensional apontou que os sistemas apresentam precariedade de sustentabilidade (índice 0,47). Embora as dificuldades sejam muitas durante o processo de produção nos sistemas, e considerando também a não satisfação de várias demandas sociais, é possível presumir, a partir a condição do tipo de agricultura desenvolvida, que os agricultores permanecerão desenvolvendo suas atividades. Espera-se que os resultados e análises configurem como subsídios para tomadas de decisões em políticas públicas para a colônia e região.
O texto completo do artigo está disponível neste idioma: Espanhol.
Downloads
Referências
Altieri, M. (2002). Agroecologia: bases científicas para uma agricultura alternativa. Editora Guaíba.
Carvalho, J. P. L. (2013). Adaptações de agroecossistemas familiares às mudanças no contexto socioeconômico e ambiental no município de Curralinho, Marajó, Pará [Tesis de maestría no publicada]. Universidade Federal do Pará.
Carvalho, O. M. A. (2 de diciembre de 2014). A superação da subalternidade camponesa ao capital. Movimento dos Atingidos por Barragens. https://mab.org.br/2014/12/02/supera-da-subalternidade-camponesa-ao-capital/
Chayanov, A. V. (1985). La Organización de la Unidad Económica Campesina. Ediciones Nueva Visión.
Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. (1991). Nosso futuro comum. (2ª ed.). Editora da Fundação Getúlio Vargas.
Costa, F. A. (1994). Racionalidade camponesa e sustentabilidade. Papers do NAEA, 1(1), 29. http://dx.doi.org/10.18542/papersnaea.v3i1.11979
da Cunha, A. J. Jr. y Genschow, F. A. (1958). Amapá: um estudo para colonização. Instituto Nacional de Imigração e Colonização.
Filocreão, A. S. M. (2015). Formação Socioeconômica do Estado do Amapá. En E. Castro e I. Campos (Eds.), Formação Socioeconômica da Amazônia (1ª ed., vol. 1, pp. 97-172). NAEA.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (1966). Atlas do Amapá. Gráfica do IBGE.
Incubadora de Políticas Públicas para a Amazônia. (2012). Índice de sustentabilidade dos municípios da Amazônia: metodologia para o cálculo dos indicadores.
Leff, E. (2001). Epistemologia ambiental. Editora Cortez.
Lobato, S. S. (2013). A cidade dos trabalhadores: insegurança estrutural e tática de sobrevivência em Macapá (1944-1964) [Tesis de doctorado no publicada]. Universidade de São Paulo.
López-Ridaura, S., Masera, O. y Astier, M. (2001). Evaluando la sostenibilidad de los sistemas agrícolas integrados: el marco MESMIS. LEISA: Revista de Agroecologia, 16(4), 25-27.
Muto, R. (2010). O Japão na Amazônia: condicionantes para fixação e mobilidade dos imigrantes japoneses (1929-2009) [Tesis de maestría no publicada]. Universidade Federal do Pará.
Nogueira, A. C. N. (2012). Diversificação produtiva em agroecossistemas familiares nos Municípios de Santa Maria das Barreiras e Conceição do Araguaia [Tesis de maestría no publicada]. Universidade Federal do Pará.
Ploeg, J. D. V. (2009). Sete teses sobre a agricultura camponesa. En P. Petersen (Org.), Agricultura familiar camponesa na construção do futuro (pp. 17-31). AS-PTA.
Prieto, E. A. (2011). Desarrollo de la metodología de evaluación de sostenabilidad de los campesinos de montaña en San José de Cusmapa (Nicaragua). TFM.
Resque, A. G. L. (2012). Processos de modificação e a sustentabilidade de agroecossistemas familiares em comunidade de várzea do município de Cametá – PA [Tesis de maestría no publicada]. Universidade Federal do Pará.
Silva, L. M. S. (2008) Impactos do crédito produtivo nas noções locais de sustentabilidade em agroecossistemas familiares no território sudeste do Pará [Tesis de doctorado no publicada]. Universidade de Pelotas.
Silva, I. C. (2014). Sustentabilidade dos sistemas de uso da terra no assentamento agroextrativista do Anauerapucu – AP. [Tesis de maestría no publicada]. Universidade Federal de Amapá.
Silveira, J. H. P. (Org.). (2017). Sustentabilidade e responsabilidade social. (Vol. 3). Editora Poisson.
Vianna, L. P. (2008). De invisíveis a protagonistas: populações tradicionais e unidades de conservação. Editora Annablume/Fapesp.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Irenildo Costa da Silva

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
A partir de 2019 (Vol. 118 número 2) los artículos se publicarán en la revista bajo una licencia Creative Commons Atribución- NoComercial-CompartirIgual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0)
Acorde a estos términos, el material se puede compartir (copiar y redistribuir en cualquier medio o formato) y adaptar (remezclar, transformar y crear a partir del material otra obra), siempre que a) se cite la autoría y la fuente original de su publicación (revista y URL de la obra), b) no se use para fines comerciales y c) se mantengan los mismos términos de la licencia.
Previo a esta fecha los artículos se publicaron en la revista bajo una licencia Creative Commons Atribución (CC BY)
En ambos casos, la aceptación de los originales por parte de la revista implica la cesión no exclusiva de los derechos patrimoniales de los/as autores/as en favor del editor, quien permite la reutilización, luego de su edición (posprint), bajo la licencia que corresponda según la edición.
Tal cesión supone, por un lado, que luego de su edición (posprint) en Revista de la Facultad de Agronomía las/os autoras/es pueden publicar su trabajo en cualquier idioma, medio y formato (en tales casos, se solicita que se consigne que el material fue publicado originalmente en esta revista); por otro, la autorización de los/as autores/as para que el trabajo sea cosechado por SEDICI, el repositorio institucional de la Universidad Nacional de La Plata, y sea difundido en las bases de datos que el equipo editorial considere adecuadas para incrementar la visibilidad de la publicación y de sus autores/as.
Asimismo, la revista incentiva a las/os autoras/es para que luego de su publicación en Revista de la Facultad de Agronomía depositen sus producciones en otros repositorios institucionales y temáticos, bajo el principio de que ofrecer a la sociedad la producción científica y académica sin restricciones contribuye a un mayor intercambio del conocimiento global.






















