Sobre a territorialidade discursiva excepcional nas neuroses
DOI:
https://doi.org/10.24215/2422572Xe189Palavras-chave:
neurose perfeita, fim de análise, nó borromeu, excepcionalidadeResumo
Este artigo investiga a possibilidade de posições estruturais singulares que determinam uma economia do gozo e do desejo diferente da habitual economia fantasmática das neuroses ou de um próprio fim de análise. Partindo da nomeação feita por Lacan sobre si mesmo, autodenominando-se um “histérico perfeito”, consideramos a possibilidade da existência de que a excepcionalidade de certas neuroses possa ser apreendida conceitualmente.
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