Rendimiento fisiológico de semillas de arroz tratadas con macro y micronutrientes

Autores/as

  • Rufino Cassyo de Araujo Universidade Federal de Pelotas, Brasil
  • Elisa Souza Lemes Universidade Federal de Pelotas, Brasil
  • Lizandro Ciciliano Tavares Universidade Federal de Pelotas, Brasil
  • Francisco Amaral Villela Universidade Federal de Pelotas, Brasil

Palabras clave:

Oryza sativa L., germinación, fuerza

Resumen

El objetivo de este estudio fue evaluar el desempeño fisiológico de semillas de arroz tratadas con diferentes productos que contenían macro y micronutrientes. Los tratamientos consistieron en cinco productos, formando combinaciones de nutrientes, totalizando seis tratamientos, en cuatro repeticiones: Tratamiento control (TC); Tratamiento A (Binova Gra®) Zinc (Zn), boro (B) y molibdeno (Mo) a una dosis de 200 mL por 100 kg de semillas; Tratamiento B (PT-4-O®) Materia orgánica, fósforo (P) y zinc (Zn) a una dosis de 150 mL por 100 kg de semillas; Tratamiento C (Teprosyn Zn®) Nitrógeno (N) y zinc (Zn) a una dosis de 200 mL por 100 kg de semillas; Tratamiento D (Microxisto TS®) Azufre (S), cobalto (Co), molibdeno (Mo) y zinc (Zn) a una dosis de 100 mL por 100 kg de semillas; Tratamiento E (Quimifol Seed 78®): zinc (Zn) a una dosis de 200 mL por cada 100 kg de semillas. La calidad fisiológica de las semillas se evaluó mediante el primer conteo de germinación, la germinación, la prueba de frío, la emergencia en campo, la longitud de la plántula, la biomasa seca y el índice de velocidad de emergencia. Se concluyó que el tratamiento de las semillas de arroz con macro y micronutrientes proporcionó aumentos en la calidad fisiológica de las semillas a través del vigor. El tratamiento A, en general, fue el más efectivo, siendo superior a los demás tratamientos en aproximadamente el 91% de las variables analizadas.

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Publicado

2013-06-18

Cómo citar

Cassyo de Araujo, R., Souza Lemes, E., Tavares, L. C., & Villela, F. A. (2013). Rendimiento fisiológico de semillas de arroz tratadas con macro y micronutrientes. Revista de la Facultad de Agronomía, 112(1), 11-17. https://revistas.unlp.edu.ar/revagro/article/view/20605

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