Comércio exterior de grãos e derivativos na Argentina e a perda de divisas devido à fraude legalizada
DOI:
https://doi.org/10.24215/26183188e092Palavras-chave:
comércio exterior, produção agrícola, capital estrangeiro, capacidades estataisResumo
Desde 1991, a comercialização de grãos e derivados na Argentina tem sido totalmente privada e, atualmente, apenas dez empresas, em sua maioria estrangeiras, respondem por 93% das vendas. O Estado nacional limita-se a uma fraca supervisão externa do desenvolvimento dessas transações, que respondem por 45% das receitas em dólares provenientes das exportações. Este artigo aponta os principais problemas de drenagem de divisas propiciados pelo atual sistema de comercialização, além de delinear algumas propostas para reverter essa situação. Mostraremos também que, ao perder o controle do comércio exterior de grãos, o Estado nacional perdeu o conhecimento, o acesso à informação e os recursos humanos para atuar nessa área em prol dos interesses do país.
Referências
Abramovich, F. y Amarilla, C. (2011). Situación actual y perspectivas del comercio de granos en la Argentina. Documentos del CIEA, 7, 151-182.
Cocaína y una muerte misteriosa en Australia, con un barco cerealero llegado desde Rosario. (13 de mayo, 2022). Perfil. https://www.perfil.com/noticias/internacional/cocaina-muerte-misteriosa-australia-barco-cerealero-llegado-rosario.phtml
Contrabando de granos al por mayor. (19 de julio, 2022). Página 12. https://www.pagina12.com.ar/438129-contrabando-de-granos-al-por-mayor
Dellatorre, R. (10 de julio, 2022). La AFIP detectó 1400 casos de manipulación de precios de multinacionales con sus filiales. Página 12. https://www.pagina12.com.ar/435844-la-afip-detecto-1400-casos-de-manipulacion-de-precios-de-mul
Equipo de Investigación Política y Mirador de Actualidad del Trabajo y la Economía. (29 de mayo, 2022). La madre de todas las rentas. Crisis, 52. https://revistacrisis.com.ar/notas/la-madre-de-todas-las-rentas
García Zanotti, G. y Gaggero, A. (2021). Precios de transferencia en el comercio exterior del complejo sojero argentino (2004-2020). Revista Economía, 73 (117), 29–44. https://doi.org/10.29166/economia.v73i117.2955
Grondona, V. y Burgos, M. (2015). Estimación de los precios de transferencia. El caso del complejo sojero. Documento de Trabajo Nº 71, CEFID-AR.
Jozami, A. (1994). Liquidación o reconstrucción del Estado. El caso de la Junta Nacional de Granos. Grupo Editor Latinoamericano.
Lavarello, P. y Goldstein, E. (2010). Diferenciación de trigo según calidad: la necesidad de una Agencia Nacional de Comercialización del Trigo. Realidad Económica, 252, 56-78.
León, C. y Rossi, C. A. (2003). Aportes para la historia de las instituciones agrarias de la Argentina (I). La Junta Nacional de Granos. Realidad Económica, 196, 84-101.
LPO. (12 de julio, 2022). Millonaria multa de la Aduana a una exportadora de litio por subfacturación. La Política Online. https://www.lapoliticaonline.com/economia/millonaria-multa-de-la-aduana-a-una-exportadora-de-litio-por-subfacturacion/
Morgan, D. (1984). Los traficantes de granos. La historia secreta del pulpo mundial de los cereales: Cargill, Bunge, André, Continental y Louis Dreyfus. Editorial Abril.
Novick, S. (1986). IAPI: auge y decadencia. Centro Editor de América Latina.
Parrilli, O. (7 de julio, 2022). Proyecto de Ley: Derogación del Artículo 6° de la Ley de Granos N°21.453. Senado de la Nación. Mesa de Entradas. EXP. 5. N° 1596/22.
Pierri, J. A. (2004). Influencia de la política y del comercio mundial sobre la producción de granos y carne vacuna en la Argentina entre 1960 y 1986. CIEA-FCE-UBA.
Romero Wimer, F. (2016). El imperialismo y el agro argentino. Historia reciente del capital extranjero en el complejo agroindustrial pampeano. Ediciones CICCUS, UNILA, CIEA-UBA.
Vallejos, F. y Duarte, M. (2021). El corredor del Litoral: un debate estratégico para el desarrollo. Proyecto Económico, IADE.
Volkind, P. y Barlaro, R. (2011). Las empresas exportadoras de granos en Argentina durante la etapa agroexportadora (1880-1914): indagaciones y problemas. Documentos del CIEA, 11, 5-22.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2023 Juan Manuel Villulla

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Os autores cujos textos são publicados nesta revista cedem de forma não exclusiva seus direitos econômicos à editora. Isso significa que os autores podem fazer outros acordos contratuais independentes e adicionais para a divulgação de seu texto publicado nesta revista. Como, por exemplo, incluí-lo em um repositório institucional, temático ou outro, publicá-lo em livro, ou outros, desde que indique explicitamente que o trabalho foi publicado pela primeira vez nesta revista. O conteúdo recai exclusivamente sobre os autores da mesma, isentando os editores de qualquer responsabilidade legal.
Os textos da revista serão distribuídos sob licença Creative Commons 4.0 BY-NC-SA. Isso significa que os leitores são livres para:
1) Compartilhar, copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato.
2) Adaptar, remixar, transformar e construir a partir do material, sob as seguintes condições:
a) Atribuição — deve receber crédito este trabalho de forma adequada, fornecendo um link para a licença e indicando se foram feitas alterações.
b) Uso não comercial — você não pode usar o material publicado para fins comerciais. o material, você deve distribuir sua contribuição sob a mesma licença que o original.
c) Share Alike — Se você remixar, transformar ou construir sobre o material, você deve distribuir sua contribuição sob a mesma licença que o original.






























